MARI ainda é um embrião, sem forma mas com cérebro. somos cinco cabeças, ambiciosas para a construção de meios, físicos e virtuais pelos quais MARI possa crescer e desinibir-se, e que posteriormente seja capaz de se expandir, sem fronteiras físicas, para lugares indeterminados. que desencadeie nos seus contemporâneos, o mesmo olhar ambicioso e a vontade de explorar as liberdades da vida.
quando um dia nos perguntar "papás, como é que eu fui feita?" temos que estar preparados. coleguinhas e criadores de MARI! acham que é satisfatório responder "foste feita com caldo verde e arroz de pato, num restaurante de arquitectos"?
é urgente que se defina a ideia de MARI. que todos proclamem neste àgora os direitos e deveres de MARI, em favor da sua virilidade e em prevenção do devorador consumismo actual.
Publicado por Susana Neves em junho 1, 2004 07:22 PMO primeiro parágrafo está muito bonito. Gostei especialmente do pormenor de espevitar os nossos contemporâneos. É que as grandes gerações são sempre antecedidas de algo. Temos de ser nós a criar se queremos que coisas boas aconteçam no futuro.
Afixado por: G em junho 2, 2004 11:04 AM