junho 26, 2004

Reunião mari!!!

Só para lembrar ao pessoal da mari... Reunião geral em 10 de Julho! O sítio ainda está por definir, mas serão tratados assuntos de grande importância para os associados mari como: ponderação da proposta do presidente dos USA, George W. Bush, de ser a mari a fazer a reconstrução do Iraque; revisão de salários; 13º mês; protocolos com associações internacionais; rever estatuto do panda chinês que nunca apareceu a nenhuma reunião; outros assuntos pendentes.

Bom trabalho e até lá!

Publicado por Nuno em 10:53 PM | Comentários (2) | TrackBack

Afinal quem é essa mari?

Não sei o que é a mari. Pensando bem, ela ainda não existe. Posso pensar no que gostaria que ela fosse.

A mari não tem sítio nem lugar. Ela é caracterizada por quem a constitui e onde essas pessoas se localizam. Ela agarra-se fortemente aos sítios por onde passa, seja a Etiópia, o Japão, a Póvoa ou Espinho. Mas faz 'ligação directa' ao lugar. Assume as suas idiossincracias e luta por ele. O momento é fugaz e a mari agita-se para acontecer. Ela chama-se mari porque é constituída por nós. Se fossem outros ela teria um nome diferente, margarida, frida ou ísis. O nome é o que menos interessa.

O que interessa é que a mari é uma mulher do norte. Carago.

Publicado por Nuno em 02:44 AM | Comentários (0) | TrackBack

junho 25, 2004

ola mari . . .

i will talk to you in english as long as my portuguese isn't good enough to make myself understood. i know that you don't mind.

well mari, you are made by all of us that write here and in this way you will grow with this happening. so lady and gentlemans let's start a breathless communicatio[n-o]rgy devoted to mari.

i was reading yesterday something about "intensity" in architecture and so far i agree on the points that scott lash und arjen mulder made in their little chat. "what we are talking about is more an architecture of experience than an architecture of direct perception." we perceive shape, volume, geometry - we experience movement, sphere, communication [in short: intensity]. so if we start mari as a creation of intensity, why shouldn't we attempt to do in our upcoming project an architecture that takes intensity as point of departure.

mari you don't have a photograph, but you have intensity.

ps. see "intensity generators" p300/301 in "content".

Publicado por alexander glaser em 02:38 PM | Comentários (1) | TrackBack

junho 12, 2004

tabeira joins the party

Olá cãobada era só para dizer olá a todos. Helouuue to ebryone!

Publicado por Miguel Pereira em 10:28 AM | Comentários (2) | TrackBack

junho 02, 2004

Mari, Mari, não te disse para ires arrumar o teu quarto?

Bem-vinda, Susana, a esta casa que, mais do que tua ou minha, é nossa.

A Mari não tem ainda objectivos, mas acho que formulá-los enquanto documento formal seria uma óptima ideia. Há compromissos que não queremos comprometer, e tê-los escritos será uma boa maneira de os salvaguardar.

Todos podemos sonhar, mas o importante é fazer. Não quero ficar conhecido pelo gajo das grandes ideias mas que ficou à porta, com medo de entrar. Vamos para a frente, vamos mudar tudo!

PS Começo a gostar de Mari, mas se algum dia nos cansarmos do nome, que tal Familia? :)

Publicado por Nuno em 10:58 AM | Comentários (1) | TrackBack

junho 01, 2004

prenda pà criança! vá!!

MARI ainda é um embrião, sem forma mas com cérebro. somos cinco cabeças, ambiciosas para a construção de meios, físicos e virtuais pelos quais MARI possa crescer e desinibir-se, e que posteriormente seja capaz de se expandir, sem fronteiras físicas, para lugares indeterminados. que desencadeie nos seus contemporâneos, o mesmo olhar ambicioso e a vontade de explorar as liberdades da vida.

quando um dia nos perguntar "papás, como é que eu fui feita?" temos que estar preparados. coleguinhas e criadores de MARI! acham que é satisfatório responder "foste feita com caldo verde e arroz de pato, num restaurante de arquitectos"?

é urgente que se defina a ideia de MARI. que todos proclamem neste àgora os direitos e deveres de MARI, em favor da sua virilidade e em prevenção do devorador consumismo actual.

Publicado por Susana Neves em 07:22 PM | Comentários (1) | TrackBack